sábado, 15 de setembro de 2007

"...o pecado,"

Rédea, mas cavalo sou forte, rompo com o dorso as grades do estábulo, divisando o horizonte de campos: caminhos sem fim, sol a morrer em lua, outros bichos; e a partir do contato - os membros ao capim sêco, os cheiros de final e princípio - realizo transpirar confuso, dos olhos o fundo trêmulo, relinchar audível daqui dentro - escuro simples.

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