quinta-feira, 28 de junho de 2007

Essa noite,

A maca reluzente, cega de tão branca, as rodas chiando pelos corredores de apartamentos fechados. Mãos pensas, as veias tal cicatrizes, o rosto enrugado. Teto de infiltrações, ilustrações estranhas.
Calma, respira
Contrações sem ser, boca sêca.
E o ar?
"Abre aê Juarez!"
Inútil...velho inútil.
"O que?"
O rio, o sol, aqueles pássaros que não sabia nome.
"Calma senhor"
Um tempo cinza, ridículo.
"Maria"

Um comentário:

Samba do Crioulo Ruim do Pé disse...
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